29 de julho de 2009
Droperia em breve!
Por
Morillo Carvalho
Pois é, minha gente tumuluada. Depois de um século, voltar aqui e constatar que ainda tem gente que vem na versão pré-cambriana do Drops é realmente uma surpresa. Isso porque mudamos o servidor de blog - fomos pro grande dáblio, mais conhecido como Wordpress - e ficamos por lá um tempasso. Agora, estamos virando gente grande, com domínio ponto-com-ponto-bêérre e novo nome, mas concepções e conceituações idênticas às daqui. En-fim. Tô transferindo todo o conteúdo daqui pra lá também. Óbvio que isso não inclui esse post aqui. Não tô prometendo prazos, e estou fazendo porções de testes. Sim, eu sei que eles deviam ser guardados só pra mim, mas não sou programador e não consigo. Chega de prosa, e daqui a uns dias (oi? não sei que dia você está lendo, mas sei o dia que estou escrevendo, portanto, repare para saber se pode ou não): deda lá, okay? É www.droperia.com.br. #bjomeliga
22 de agosto de 2008
Mudança na BASE DE CONSUMO DE DROPS
Por
Morillo Carvalho
ESTAMOS NO WORDPRESS, OK?
NÃO ABANDONE O CONSUMO DE DROPS POR ISSO.
MANDA UM CLIQUE AQUI PRA VER NOSSAS NOVAS PROPOSTAS LÁ...
De vez em nunca, voltaremos aqui para atualizar. Mas nossa base de consumo de drops é lá agora.
Vai lá, fi(a)! Ainda não foi? Dedada aqui. <-- É SÉRIO!!
Dúvidas, escreva-nos: dropsculturais@gmail.com, ok? (agora volta e clica, meu!)
NÃO ABANDONE O CONSUMO DE DROPS POR ISSO.
MANDA UM CLIQUE AQUI PRA VER NOSSAS NOVAS PROPOSTAS LÁ...
De vez em nunca, voltaremos aqui para atualizar. Mas nossa base de consumo de drops é lá agora.
Vai lá, fi(a)! Ainda não foi? Dedada aqui. <-- É SÉRIO!!
Dúvidas, escreva-nos: dropsculturais@gmail.com, ok? (agora volta e clica, meu!)
7 de agosto de 2008
Desafio à inteligência
Por
Morillo Carvalho

Tudo bem que é meio velho falar sobre um filme que já provocou tanta polêmica – o Turistas. Mas estou aproveitando o gancho da primeira exibição massiva e pública do filme por aqui, que aconteceu ontem à noite, na Super Tela (quartas-feiras, lá pelas 23h, na TV Record), para trazer pra cá algumas questões que fogem do debate sobre preconceito.
Só pra situar, trata-se de um longa sobre um grupo de 8 jovens que resolve fazer turismo aqui no Brasil e, depois de farrear, aproveitar nossas garotas e bebidas, terminam sequestrados e cinco deles mortos após terem seus rins e fígados retirados por um médico que resolveu fazer justiça com as próprias mãos e bisturis, para compensar tudo o que a gringaiada já roubou do Brasil, ao longo dos seus 500 e poucos anos.
Sim, o filme é caricato. Mostra o brasileiro como um bando de gente imbecil, ignorante, com suas putas fáceis e exploradoras. Pior: um povo “espertinho”. Receptivo, mas que depois de fazer a festa com seus turistas, abandona-os ao léu. Sem um tostão. Tá, não dá para negarmos que histórias de turistas assaltados na orla carioca ou de Fortaleza são mega comuns. Só não precisava retratar-nos como se vivêssemos no paleolítico (idade da pedra lascada), um bando de mongóis selvagens. Enfim, a visão sobre nós é pedante.
Entretanto, na arte rola uma certa “licença poética”. Ou seja, o cara faz a história que quer. Porque é tão fácil, pra nós, massacrarmos o cara só porque ele ambientou sua história no nosso território? Se fosse no Zimbábue, teríamos a mesma reação? Não, evidentemente. Somos bairristas mesmo. Temos o direito de ser. E isso não significa que eles são etnocêntricos. Arte é arte, o cara faz o que quer. Paciência... Por isso, passemos deste debate a outro e veremos que... Enfim, o filme é uma bosta.O argumento – roubar de vocês para doar a hospitais públicos, já que nos furtaram muito sempre – é até plausível, meio romântico a la Robin Hood. De resto... Tudo, enfim, é mega ruim.
Os turistas viajam de buzão por uma estrada de terra mega escrota, com um motora mega escroto, que acaba por deixar o veículo tombar numa ribanceira. Antes que caia, todos se salvam. Eles, sem saber o que fazer, resolvem ir até uma praia, a quilômetros dali, para beber algo. E enfim, o próximo buzão demoraria horas e horas ainda...
Na praia, que eles foram parar por acaso, passam a noite, regados a caipirinhas, mulheres, funk e hip hop do Marcelo D2. Acordam saqueados. Vão até o vilarejo próximo, bem pobre, onde atua a quadrilha do médico maluco. Eles teriam que ser levados até a casa dele, em plena selva “mata-atlantiquense”, atravessando rios e cavernas cheias d'água...
Bizarro! 1 – se a organização quisesse arrecadar rins e fígados, porque atuaria numa praia que recebe tão poucos turistas? 2 – turista não vai a praia de pobre. Tanto que eles não iam para lá, iam para um lugar 'x' e foram parar lá por obra do mero acaso. 3 – se a praia era deserta, porque é que a casa das experiências macabras era no meio da selva? E o médico, que chega a ela de helicóptero? Enfim, o roteiro não convence.
Outra falha grave: embora trate-se de um drama, para que os turistas gostassem tanto daquela praia que foram parar do nada, ela deveria ser mais bonita. A fotografia pecou demais. Mal dá pra notar a dimensão do paraíso que eles se referem. Cenas da mata atlântica vista de cima, que certamente deveriam servir para mostrar o quão grande era a selva, não funcionaram com o plano limitado da câmera. Enfim, a fotografia é ruim.
Última: sem dinheiro, sem documentos, sem nada e eles vão embora ao som de Adriana Partimpim (a Calcanhoto infantil), em “eu não existo longe de você...” Gostaria de tê-lo(a), nobre leitor(a), desestimulado(a) a assisti-lo, para contar-lhe qual “enfim” daria fim a esta última frase. Enfim, precisa?
* Estamos no Wordpress também. E, em breve, somente lá... É o mesmo endereço, só que ponto wordpress ponto com.
** Fotos de divulgação, extraídas da Folha Online.
6 de agosto de 2008
Duchamp brazuca?
Por
Morillo Carvalho

Foi o revolucionário Marcel Duchamp (1887-1968) quem fez talvez um dos maiores rebuliços nas artes plásticas do século 20. Ao atribuir valor artístico a urinóis e mictórios, ele deu um chacoalho em quem achava que arte não era o que se pensa, mas o que se faz. E ele está com uma puta exposição em Sampa - onde estou doido pra voltar, e se eu for, tudo será devidamente registrado aqui (enquanto isso não rola, leia uma matéria a respeito, da amiga Fernanda Lopes). Mas não é sobre ele este texto. É sobre o nosso Duchamp. Ou, Arthur Bispo do Rosário.
Gosto de artistas doidos. E Bispo do Rosário era completamente maluco.Obras excepcionais. Um manto, uma roda, uma privada, canecas... Bata o olho e a comparação será inevitável, contudo, nem rola de pensar que ele imitou o franco-americano, inventor do rady-made (estatégia de trabalho do Duchamp, de usar objetos industrializados para a produção artística). É que ele viveu por anos num sanatório, fase em que produziu para caralho.
O Manto da Apresentação foi confeccionado por Bispo do Rosário a partir de uma alucinação (ou não, vai saber?) de que Deus o encarregara de criar um inventário de todas as coisas do mundo. O artista, então, o fez: criou um manto para se apresentar ao Todo-Poderoso, com todas as coisas do mundo bordadas em seu verso. E é incrível.Pra não ficar incompleto, ele nasceu em Sergipe, em 1909, e morreu no Rio, em 1989. Produziu pelo menos quatro estandartes com motivos náuticos, pois na juventude foi marinheiro. E por aí vai a onda dele... Cada obra tem uma explicação alucinógena. Portanto, consumo moderado, caros pacientes ansiosos por drops! As obras do cara não são drops, são daimes, então todo cuidado é pouco...
Em seguida, alguns estandartes.
4 de agosto de 2008
Entre brasileiros e blockbusters, eu fico com todos
Por
Ana Luiza Zenker
A semana é, sem dúvida, de duas estréias bem distintas no cinema da Capital. A primeira, e que chamou mais atenção, é A Múmia – Tumba do Imperador Dragão. Mais um blockbuster e terceiro filme da série (que já teve A Múmia e O Retorno da Múmia), a produção divide opiniões entre os supostamente especialistas.
Eu pretendo ver, mas confesso que me sinto um tanto desestimulada com a opinião popular do site americano Rotten Tomatoes (sim, mais uma vez ele, já disse, vale a pena usá-lo). “Eu nunca fui fã dos dois primeiros, mas aqueles são obras de arte comparados com esse lixo”, diz um dos espectadores insatisfeitos.
Não parece que o filme é o segundo mais visto nos Estados Unidos, depois somente do último Batman. Se não tem roteiro convincente, eu arrisco que deve valer ao menos pelos efeitos especiais, sempre melhores na telona. Em Brasília, 18 salas à nossa disposição.
Espremido entre o sucesso do homem morcego e o lançamento com Brendan Fraser e Jet Li, está Era uma vez... . Espremido, mesmo. São nove salas, apenas uma no cinema mais frequentado da cidade. A história parece clichê: um bom moço pobre que vive uma história de amor com uma mocinha, igualmente de boa índole, rica. Mais uma história de amor no Rio de Janeiro.
Sexto colocado na bilheteria brasileira depois do final de semana de lançamento, está mais bem colocado do que o concorrente ianque – a trilogia americana sequer aparece entre os dez primeiros em bilheteria nas terras tupiniquins.
Acompanhando o brasileiro, outros duas produções locais, das quais só ouvi falar bem e que gostaria de já ter visto: Nome próprio e O Banheiro do Papa. Um no Embracine, apenas com dois horários possíveis, outro na Academia de Tênis, com um horário somente.
Quem como eu quiser ver, se apresse. Cinema brasileiro atualmente quase sempre vale a pena.
Eu pretendo ver, mas confesso que me sinto um tanto desestimulada com a opinião popular do site americano Rotten Tomatoes (sim, mais uma vez ele, já disse, vale a pena usá-lo). “Eu nunca fui fã dos dois primeiros, mas aqueles são obras de arte comparados com esse lixo”, diz um dos espectadores insatisfeitos.
Não parece que o filme é o segundo mais visto nos Estados Unidos, depois somente do último Batman. Se não tem roteiro convincente, eu arrisco que deve valer ao menos pelos efeitos especiais, sempre melhores na telona. Em Brasília, 18 salas à nossa disposição.
Espremido entre o sucesso do homem morcego e o lançamento com Brendan Fraser e Jet Li, está Era uma vez... . Espremido, mesmo. São nove salas, apenas uma no cinema mais frequentado da cidade. A história parece clichê: um bom moço pobre que vive uma história de amor com uma mocinha, igualmente de boa índole, rica. Mais uma história de amor no Rio de Janeiro.
Sexto colocado na bilheteria brasileira depois do final de semana de lançamento, está mais bem colocado do que o concorrente ianque – a trilogia americana sequer aparece entre os dez primeiros em bilheteria nas terras tupiniquins.
Acompanhando o brasileiro, outros duas produções locais, das quais só ouvi falar bem e que gostaria de já ter visto: Nome próprio e O Banheiro do Papa. Um no Embracine, apenas com dois horários possíveis, outro na Academia de Tênis, com um horário somente.
Quem como eu quiser ver, se apresse. Cinema brasileiro atualmente quase sempre vale a pena.
Rock popular brasileiro e baiano
Por
Morillo Carvalho

É legal. Pelo menos para quem curte pop-rock. O Círculo, a banda baiana que se apresentou sábado (2), no palco principal da edição deste ano do Porão do Rock, faz um som muito bom. Foi minha boa surpresa na cobertura do festival. Por aqui, prometi que voltaria para contar como eles são, afinal, não acompanhei a apresentação dos caras, mas ganhei um CD.
O som é versátil: vão do pop extremo de "Depois de ver" - que, quando eles caírem no mainstream, certamente será a música de trabalho deles, com direito a clipe bem produzido, gravado num boteco de Salvador - ao rockzinho brazuca, estilo O Rappa, de "Cano na cabeça", com direito a letra carregada de cunho social.
Importante ressaltar: CD bem produzido. Embora independente, o áudio não transmite aquela sensação de fita demo, de muita banda do cenário por aí.
O Círculo ganhou a mídia local, que classificou sua música como "rock popular brasileiro". Tomo a liberdade de acrescentar "e baiano", ao final. Moldada a fazer sucesso, arrebanhar groupies etc, eles não negam a raça e acrescentam uma pitada regional ao som. Mas é uma pitada, bem moderada: não fazem do regional uma bandeira. Naturalmente, querem conquistar um grande círculo de admiradores.
Enfim, ressalto: é legal. Vai lá no MySpace dos caras, que dá pra baixar o CD completo deles, ver fotos e uns vídeos de apresentações ao vivo deles. É o www.myspace.com/ocirculo.
3 de agosto de 2008
Importante é o Muse?
Por
Morillo Carvalho
"Só vim para não pagar ingresso pro show do Muse", começou a coletiva, brincando, a Pitty. Nos bastidores do festival, as bandas costumam falar com a imprensa depois de seus shows. Ela fez diferente, porque não queria perder o show da banda inglesa. Diz o zine oficial do evento que esta faz uma fusão de indie rock e eletrônica com influências de rock pesado e progressivo. Pra quem eles são ilustres desconhecidos (meu caso), resta esperar que a salada seja boa.
Deve ser, aliás. São eles que vão encerrar o festival hoje (que é o último dia), e a organização preparou um esquema especial de cobertura do show. Volto pra contar. Corta pra Pitty.
A apresentação dela acabou de acabar e a impressão que me passou foi de que há um grande público adolescente, gay, e emo gostando dela. Daí, dei uma googlada e lembrei que ela chegou a ficar grávida do Daniel Wesler, do NX Zero (perdeu aos três meses). Será que rolou uma transposição do público NX Zero (que embora detestem ser chamados de emo, eles são!), e os emos passaram a gostar de Pitty? Provável.
Enquanto ela dava entrevista, alguns deles, do lado de fora, estavam a gritar "Pitty, toca a música 'x', Pittyyyy!"... E ela dizia, dentro da sala de coletivas, que parece "negligência, mas na verdade é falta de habilidade" sua para lidar com essa empolgação. Ela tocou as versões que fez de uma música x do Chico Buarque (quem ficou lá atrás não conseguiu entender direito por conta do eco) e "Na sua estante", se não me engano a última a circular pelo mainstream - versão de uma música gringa x também, muito boa, mas não lembro agora. Embora na verdade eu não curta o som da baiana, o clipe é bem legal, inspirado em "O Mágico de Oz" (clica no nome da música pra ver).
Enfim, ela contou que prepara um novo disco logo que sua turnê acabar, em novembro. E ainda não sabe o que vai vir. "Não tenho medo de arriscar. Prefiro me foder com o que fiz do que não fazer. E música pra mim não é algo burocrático, não consigo pensar ainda se 'vai ser rock com uma pitada de soul'. Vai sair o que sair, espero que tenha novidades", disse.
O fato é que, embora ela tenha garantido que amadureceu musicalmente de 2003 (quando despontou na mídia) pra cá, foi a mega infantil e de 2003 "o importante é ser você, mesmo que seja estranho. Seja você, mesmo que seja bizarro" que fechou o seu show... Daí, fica explicado o público adolescente. A identificação com as letras, né?
Sem acidez, creio que este seja o último post da cobertura. Foi curtinha, mas deu pra dar uma geral de como está o evento. O Muse já deve ter tocado umas seis músicas, e o som é bacana. Agora, por exemplo, tocam uma bem de rock progressivo.
Vamos corrigir um equívoco: o Porão tá entulhado de gente, mas nem tanta. Foi uma impressão de quem viu o público de cima. Agora que entrei no meio do público para encontrar a maior consultora desse blog, a Lílian Beraldo (vulgo Beraldina, minha editora na Agência Brasil), em pleno show da Pitty, posso detalhar melhor que até que tá cheio, mas há um grande vazio lá no fundão.
Termino com a dica: o zine do Porão tem um site oficial com uma agenda de shows de rock em Brasília e no entorno. É só clicar para ver. Fui.
Deve ser, aliás. São eles que vão encerrar o festival hoje (que é o último dia), e a organização preparou um esquema especial de cobertura do show. Volto pra contar. Corta pra Pitty.
A apresentação dela acabou de acabar e a impressão que me passou foi de que há um grande público adolescente, gay, e emo gostando dela. Daí, dei uma googlada e lembrei que ela chegou a ficar grávida do Daniel Wesler, do NX Zero (perdeu aos três meses). Será que rolou uma transposição do público NX Zero (que embora detestem ser chamados de emo, eles são!), e os emos passaram a gostar de Pitty? Provável.
Enquanto ela dava entrevista, alguns deles, do lado de fora, estavam a gritar "Pitty, toca a música 'x', Pittyyyy!"... E ela dizia, dentro da sala de coletivas, que parece "negligência, mas na verdade é falta de habilidade" sua para lidar com essa empolgação. Ela tocou as versões que fez de uma música x do Chico Buarque (quem ficou lá atrás não conseguiu entender direito por conta do eco) e "Na sua estante", se não me engano a última a circular pelo mainstream - versão de uma música gringa x também, muito boa, mas não lembro agora. Embora na verdade eu não curta o som da baiana, o clipe é bem legal, inspirado em "O Mágico de Oz" (clica no nome da música pra ver).
Enfim, ela contou que prepara um novo disco logo que sua turnê acabar, em novembro. E ainda não sabe o que vai vir. "Não tenho medo de arriscar. Prefiro me foder com o que fiz do que não fazer. E música pra mim não é algo burocrático, não consigo pensar ainda se 'vai ser rock com uma pitada de soul'. Vai sair o que sair, espero que tenha novidades", disse.
O fato é que, embora ela tenha garantido que amadureceu musicalmente de 2003 (quando despontou na mídia) pra cá, foi a mega infantil e de 2003 "o importante é ser você, mesmo que seja estranho. Seja você, mesmo que seja bizarro" que fechou o seu show... Daí, fica explicado o público adolescente. A identificação com as letras, né?
Sem acidez, creio que este seja o último post da cobertura. Foi curtinha, mas deu pra dar uma geral de como está o evento. O Muse já deve ter tocado umas seis músicas, e o som é bacana. Agora, por exemplo, tocam uma bem de rock progressivo.
Vamos corrigir um equívoco: o Porão tá entulhado de gente, mas nem tanta. Foi uma impressão de quem viu o público de cima. Agora que entrei no meio do público para encontrar a maior consultora desse blog, a Lílian Beraldo (vulgo Beraldina, minha editora na Agência Brasil), em pleno show da Pitty, posso detalhar melhor que até que tá cheio, mas há um grande vazio lá no fundão.
Termino com a dica: o zine do Porão tem um site oficial com uma agenda de shows de rock em Brasília e no entorno. É só clicar para ver. Fui.
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